Modelos na pandemia: para que vão servir na retomada?

O III Webinar Agência FAPESP-Canal Butantan reuniu, no dia 4 de agosto, um grupo de especialistas para discutir o tema “Modelos na Pandemia: Para que vão servir na retomada?". O encontro virtual teve transmissão pelo Canal Butantan no YouTube: https://youtu.be/SkKSjISTQRk

Bernardo Horta, médico epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), apresentou os “Resultados da pesquisa EPICovid-19”, que tem por objetivo medir a prevalência do coronavírus e avaliar a velocidade de expansão da covid-19 no país. O estudo busca estimar a proporção de pessoas com anticorpos para a covid-19. Além disso, será analisada a evolução de casos na população brasileira, por meio de uma amostragem de participantes em 133 “cidades sentinelas”, que são os maiores municípios das divisões demográficas do país, de acordo com critério do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.)

Marcos Amaku, epidemiologista matemático da Faculdade de Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP), falou sobre “Modelagem matemática de covid-19 no estado de São Paulo”. Gabriela Gomes, matemática e estatística da Universidade de Strathclyde/Glascow, discutiu o tema “Modelo de imunidade coletiva para Sars-Cov-2”. Júlio Croda, médico infectologista da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), abordou o tema “Modelos matemáticos: limitações trazidas pelo momento atual”. Dimas Tadeu Covas, diretor do Instituto Butantan, foi o debatedor.

Acesse aqui os arquivos das apresentações que foram gentilmente disponibilizados pelos nossos palestrantes:

Bernardo Horta

Marcos Amaku

Gabriela Gomes

Júlio Croda 

 

 

 


Webinar discute indicadores e perspectivas para futuro

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A pesquisadora Luciana Leite, do Instituto Butantan, pretende construir - em seu laboratório - uma partícula feita sob medida para provocar o sistema imune contra o SARS-CoV-2. Com animações, ela explica como preparam essa partícula, com muita biotecnologia envolvida. 

 

Um dos decanos da modelagem de epidemias no Brasil fala sobre os cálculos para estimar proporção de pessoas imunes a um patógeno que leva o contágio a declinar. Mais gente "zanzando", avisa o doutor Eduardo Massad, que assessora o Instituto Butantan, mais difícil chegar à imunidade de rebanho

 

As dez vacinas são de quatro tipos. Luciana Leite, do Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas do Butantan, descreve o campo das candidatas a vacinas já administradas a humanos e chama atenção para as diferenças entre as respostas de proteção que cada uma delas nos provoca.